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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Podcast com Rebeca Piñeiro
Um bate papo descontraído com Rebeca Piñeiro e o pessoal do Sala de Dança Podcast. Assuntos como história do tribal, mitos, formalização do ATS®, diferença entre ATS® e ITS foram abordados.
Para ouvir, clique na imagem abaixo.
Bom estudo!
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Snujs
Snujs
Os
snujs são instrumentos de percussão utilizados por músicos e/ou pela bailarina
durante sua dança.
Os
snujs são címbalos de metal, em número de quatro, que são tocados milenarmente
por orientais. Acredita-se que tenham mais de 5.000 anos. São feitos de latão
(bronze). Em alguns países do
Oriente Médio (Egito) são também conhecidos como
"Sagat" ou
"Zagat". Nos Estados Unidos,
chamam-se "Finger Cymbals" e na Turquia
conhecidos por "Zills"
e popularmente nos outros países apenas como Címbalos.
Holisticamente
eram usados pelas sacerdotisas
terça-feira, 6 de agosto de 2013
História do Tribal - parte 2
História do Tribal – Parte 2
Tema:
Carolena Nericcio, ATS® e FCBD®
Matéria exclusiva para Revista Shimmie Ampliando Conceitos
Por Rebeca Piñeiro
Por Rebeca Piñeiro
Na História do Tribal - Parte 1, falamos sobre Jamila Salimpour e seu grupo Bal Anat, sobre Masha
Archer e sua importante influência no estilo. Nossa viagem ao tempo parou
citando um nome que é a origem do que conhecemos hoje como Tribal: Carolena
Nericcio.
Estudante e amante de moda, Carolena,considerada
mãe do estilo Tribal, estudou “Belly Dance” (como era nomeado o estilo na
época) com Masha Archer por 7 anos de forma intensa e admirava Masha em quase todos os sentidos, exceto por sua falta
de flexibilidade para novas mudanças. Esse foi um dos motivos pelo qual começou
a ministrar aulas em São Francisco em meados dos anos 80 após o término do
grupo que integrava liderado por sua mestra Masha, o “San Francisco Classic
Dance”.
Carolena manteve em suas aulas a postura altiva, ideias dos trajes e alguns
movimentos como
sexta-feira, 12 de julho de 2013
História do Tribal - parte 1
História
do Tribal – Parte 1
Tema: Jamila Salimpour , Bal Anat e Masha Archer
Tema: Jamila Salimpour , Bal Anat e Masha Archer
Nosso primeiro estudo será sobre Jamila Salimpour e seu grupo Bal Anat, sobre
Masha Archer e sua importante influência para o Tribal.
Reconhecida como a bailarina que originou o que hoje conhecemos como Tribal, Jamila Salimpour despertou seu interesse pela dança oriental através de seu pai que em 1910 encontrava-se em uma base militar siciliana e através de sua senhoria egípcia. Começou a dar aulas no inicio anos 50 com muita dificuldade, uma vez que não havia aprendido formalmente as técnicas devido a falta de professores, escolas ou métodos para se basear na época. Foi em 1960 que Jamila pode aperfeiçoar suas técnicas ao se apresentar no “Cabaret Baghdad” na Broadway onde encontrou diferentes dançarinos do oriente médio e pode finalmente catalogar e criar um vocabulário de dança. No mesmo ano muitos dançarinos foram importados do oriente para trabalhar em casas árabes que estavam em alta na época, Jamila então pode assistir shows e aprender ainda mais com nativos do oriente enriquecendo suas aulas e coreografias. Jamila desenvolveu um método de repartição verbal e terminologia para os movimentos que ainda hoje são usados por dançarinos em todo mundo como “Maya” e “Básico Egípicio”. Em 1968 Jamila precisou
Reconhecida como a bailarina que originou o que hoje conhecemos como Tribal, Jamila Salimpour despertou seu interesse pela dança oriental através de seu pai que em 1910 encontrava-se em uma base militar siciliana e através de sua senhoria egípcia. Começou a dar aulas no inicio anos 50 com muita dificuldade, uma vez que não havia aprendido formalmente as técnicas devido a falta de professores, escolas ou métodos para se basear na época. Foi em 1960 que Jamila pode aperfeiçoar suas técnicas ao se apresentar no “Cabaret Baghdad” na Broadway onde encontrou diferentes dançarinos do oriente médio e pode finalmente catalogar e criar um vocabulário de dança. No mesmo ano muitos dançarinos foram importados do oriente para trabalhar em casas árabes que estavam em alta na época, Jamila então pode assistir shows e aprender ainda mais com nativos do oriente enriquecendo suas aulas e coreografias. Jamila desenvolveu um método de repartição verbal e terminologia para os movimentos que ainda hoje são usados por dançarinos em todo mundo como “Maya” e “Básico Egípicio”. Em 1968 Jamila precisou
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Documentário: Tecidos indianos
Este documentário é muito interessante. Ele nos faz valorizar ainda mais a cultura indiana e suas obras de arte feitas em tecidos.
No Tribal os tecidos indianos são muito utilizados. Vale a pena saber um pouco mais sobre como eles são feitos.
Hidden Treasures of Indian Art - BBC Documentary
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Kristine Adams no Brasil!
É isso mesmo! A Escola Campo das Tribos trará em agosto/setembro de 2013 a dançarina norte americana Kristine Adams, integrante Fat Chance Belly Dance, grupo de Carolena Nericcio, criadora do estilo ATS® -American Tribal Style®!
Você terá a oportunidade de estudar 12 horas com Kristine Adams e assistir ao Show Noite das Tribos especial ATS®!
Kristine Adams está viajando pelo mundo para documentar o ATS® em cada país por onde passa e nós faremos parte desse projeto!
Para saber mais: www.fromthebellyofatraveler.com
PROGRAMAÇÃO:
-> Dia 31/08/2013 das 9hs às 15hs (nível básico/iniciante)
-> Dia 01/09/2013 das 9hs às 15hs (nível intermediário/avançado)
COM CERTIFICADO!
-> Dia 01/09/2013 - Show Noite das Tribos especial ATS®
Ingresso: R$ 25,00 (alunos matriculados nos workshops ganham 1 ingresso)
*Ingressos apenas antecipados. Adquira o seu pelo e-mail: eventos@campodastribos.com
Investimento:
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O que é ATS® e ITS?
O que é ATS® e ITS?
Por Rebeca Piñeiro
Matéria exclusiva para Revista Shimmie Ampliando Conceitos
Por Rebeca Piñeiro
Matéria exclusiva para Revista Shimmie Ampliando Conceitos
Você já deve ter ouvido falar sobre um estilo de Tribal chamado ATS®. Mas, o que é ATS® afinal? A intenção deste artigo é esclarecer um pouco mais sobre o estilo e também a sua principal variação, o ITS (Improvisational Tribal Style).
O estilo American Tribal Style® mais conhecido como ATS® foi
desenvolvido por Carolena Nericcio em São Francisco (CA), em meados dos anos
80. É um estilo de improvisação coordenada em grupo, onde a líder utiliza
sinais corporais para se comunicar com as outras dançarinas e juntas,
improvisam com base em um repertório de passos comum a todas. No ATS® não
existe solo, sua principal regra é improvisar em grupo.
Carolena Nericcio foi aluna por muitos anos de Masha Archer, que por sua vez foi aluna de Jamila Salimpour. Sabe-se hoje, que esse “trio” foi o responsável pelo começo do “movimento Tribal” que atualmente conhecemos.
O estilo ATS® começou a ser desenvolvido após o término do grupo San Francisco Classic Troupe que Carolena Nericcio integrava dirigido por Masha Archer. Carolena quis dar continuidade a sua dança e passou a ministrar aulas, agregando novos conceitos e movimentos
Carolena Nericcio foi aluna por muitos anos de Masha Archer, que por sua vez foi aluna de Jamila Salimpour. Sabe-se hoje, que esse “trio” foi o responsável pelo começo do “movimento Tribal” que atualmente conhecemos.
O estilo ATS® começou a ser desenvolvido após o término do grupo San Francisco Classic Troupe que Carolena Nericcio integrava dirigido por Masha Archer. Carolena quis dar continuidade a sua dança e passou a ministrar aulas, agregando novos conceitos e movimentos
Respeito às origens
Respeito às origens
Por Rebeca Piñeiro
Tribal Fusion é uma ramificação do ATS®, isso todos sabemos ou deveríamos. Me pergunto se o estudo do ATS® como base para o Tribal Fusion se torna uma regra ou se isso é origem apenas. Por que para mim, algo que é origem simplesmente É e algo que é regra pode não ser uma origem por que não está necessariamente na "genética".
O ATS® está em todas as células do Tribal Fusion, logo, não é apenas uma regra.
Uma regra é algo imposto, uma origem é algo que simplesmente É.
Por exemplo: meu pai é espanhol, nasceu e viveu na Espanha até o fim da adolescência. Eu, sua filha nascida no Brasil, herdei de meu pai sua cultura, sua comida, seu gênio, sua músicas... tudo isso faz parte da minha vida de uma forma muito natural, mas não foi uma regra, algo forçado ou imposto. Simplesmente É por que meu pai, minha base, minha raiz, minha origem É e isso me foi passado naturalmente.
Como e PORQUE negar que meu pai é da Espanha? Como e por que negar minhas origens? Como e porque não me deixar influenciar?
Uma pergunta:
Como e PORQUE negar que o Tribal Fusion é filho do ATS®?
Aula da Zoe Jakes: totalmente ATS® em seu vocabulário. Ela usa T-Step, barrel turn, floreo e um monte de elementos do ATS!
Aula da Lady Fred: totalmente baseada no ATS®!
Aula da Kami Liddle: ATS® em sua base.
Mardi Love: ATS® em sua base.
Estudei com muitas outras dançarinas internacionais, pioneiras no estilo Tribal Fusion e até agora todas usaram o ATS® como base.
APENAS O BRASIL NEGA ISSO!
Entrevista com Carolena Nericcio
Carolena Nericcio
Criadora do estilo ATS® - American Tribal Style e diretora do grupo FCBD® (FatChanceBellyDance)
Criadora do estilo ATS® - American Tribal Style e diretora do grupo FCBD® (FatChanceBellyDance)
Entrevistadora: Rebeca Piñeiro
Tradução : Aline Muhana
Entrevista feita para Revista Shimmie Ampliando Conceitos
1) RP: Carolena, quais foram suas inspirações para estruturar o ATS®?
CN: Eu descreveria da seguinte forma: Quando comecei a dar aulas de dança do ventre era apenas isso, aulas de dança do ventre. Eu usava o formato que aprendi de minha professora Masha Archer que eu conhecia apenas como dança do ventre. Ela é uma artista muito talentosa e a forma como ela utilizava o figurino e a estética geral do seu estilo era muito especifica e eu achava que dança do ventre era isso.
Então quando comecei a dar aulas eu não tinha experiência com outros estilos e foi muito natural seguir o formato que ela me ensinou então quando as pessoas começaram a mencionar outros estilos de dança do ventre eu não sabia do que elas estavam falando e também não me importava muito. Me interessei bastante depois mas não naquele primeiro momento. E eu vivia nessa “bolha” de conhecimento passado por mim por Masha, porque eu achava que o estilo dela era a coisa mais incrível do mundo e era assim que eu gostava de ver as coisas. Mas as pessoas continuavam a trazer mais perguntas à respeito de outros movimentos, outras culturas de outros países e outras formas de dança e aquilo me forçou a sair daquela “bolha” e conhecer outras coisas. E o que eu comecei a perceber foi que em termos de estrutura, o que nos tentávamos fazer era um estilo de improvisação coordenada em que duas, três ou quatro dançarinas se apresentavam juntas e o real propósito disso.
CN: Eu descreveria da seguinte forma: Quando comecei a dar aulas de dança do ventre era apenas isso, aulas de dança do ventre. Eu usava o formato que aprendi de minha professora Masha Archer que eu conhecia apenas como dança do ventre. Ela é uma artista muito talentosa e a forma como ela utilizava o figurino e a estética geral do seu estilo era muito especifica e eu achava que dança do ventre era isso.
Então quando comecei a dar aulas eu não tinha experiência com outros estilos e foi muito natural seguir o formato que ela me ensinou então quando as pessoas começaram a mencionar outros estilos de dança do ventre eu não sabia do que elas estavam falando e também não me importava muito. Me interessei bastante depois mas não naquele primeiro momento. E eu vivia nessa “bolha” de conhecimento passado por mim por Masha, porque eu achava que o estilo dela era a coisa mais incrível do mundo e era assim que eu gostava de ver as coisas. Mas as pessoas continuavam a trazer mais perguntas à respeito de outros movimentos, outras culturas de outros países e outras formas de dança e aquilo me forçou a sair daquela “bolha” e conhecer outras coisas. E o que eu comecei a perceber foi que em termos de estrutura, o que nos tentávamos fazer era um estilo de improvisação coordenada em que duas, três ou quatro dançarinas se apresentavam juntas e o real propósito disso.
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